O cientista brasileiro Michel Nussenzweig, da Universidade Rockefeller, de Nova York, relata como analisou o sangue de 68 pacientes recuperados para encontrar material contra o coronavírus. A ideia é usá-lo na forma de anticorpos “monoclonais” (moléculas idênticas produzidas em série) para adiantar o tratamento. 

Em estudo preliminar divulgado na noite de sexta-feira (15) no portal BiorXiv, o estudioso relata como analisou o sangue de 68 pacientes recuperados para encontrar material contra o coronavírus. A ideia é usá-lo na forma de anticorpos “monoclonais” (moléculas idênticas produzidas em série) para adiantar o tratamento.

“Esses anticorpos que conseguimos clonar são extremamente potentes e podem vir a ser usados de duas maneiras”, disse. “Uma é como terapia para eliminar o vírus em pessoas muito doentes, outra é o uso em pessoas não infectadas para prevenir infecção”.

Fonte: Jornal O Globo

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