O Ministério da Educação divulgou essa semana o ciclo de avaliação de 2016 do ensino superior no Brasil. De um total de 2.132 instituições avaliadas, 307 foram consideradas insatisfatórias.


O parâmetro é o IGC (Índice Geral de Cursos), indicador de qualidade que avalia as instituições de educação superior do Brasil.  A nota vai de 1 a 5. As instituições que ficam na faixa abaixo de 3 são consideradas insatisfatórias, e as que ficam com 4 e 5 são consideradas excelentes.

Os rankings são divididos entre universidades, IFETs (Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia), CEFETs (Centros Federais de Educação Tecnológica) e faculdades. Na planilha original, algumas instituições aparecem sem conceito (SC) ou com “resultado desconsiderado devido à Política de Transferência Assistida” ou ainda “em análise”.

A instituição “reprovada” pode receber punições: não pode se expandir, ou seja, não pode construir novos campi, nem abrir cursos ou aumentar o número de vagas.  Cursos autorizados podem sofrer redução de vagas ou ter processos seletivos suspensos, após vistoria de especialistas.

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