A situação do Coronavírus no Brasil tem mudado a rotina nos mais diversos setores da economia. Apesar de o Ministério da Saúde ter anunciado na semana passada medidas para se prevenir contra o Coronavírus, o presidente Jair Bolsonaro minimizou o caso (mesmo depois de o contrateste ter dado negativo) e apareceu no domingo (15) em manifestação a favor de seu Governo em Brasília, apesar de o MS ter orientado a população a evitar aglomerações. 

A economia brasileira já vinha apresentando números negativos e o Governo Bolsonaro tentou implantar medidas para a melhoria da situação financeira do país. Antes, o grupo político do presidente Jair Bolsonaro culpava a decadência do Brasil a governos anteriores, principalmente o Governo Dilma. Agora, o ministro da Economia, Paulo Guedes, busca esforços para estimular o crescimento da economia com medidas no setor da construção civil, linhas de crédito para empresas ligadas ao turismo e companhias aéreas. 

Porém, o momento é de tensão e de incertezas, até porque a médica Ester Sabino, pesquisadora do Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IMT-FM-USP) e coordenadora do Centro Conjunto Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (Cadde), financiado pelo Medical Research Council, do Reino Unido, e pela FAPESP, disse em entrevista que o pico do Coronavírus no Brasil deverá ser entre o fim de abril e começo de maio, que é o auge das doenças respiratórias. As atividades nos mais diversos Poderes e Instituições estão reduzidas. Aeroportos anunciam restrições em relação aos trabalhos e voos. Quer dizer, a economia está em estado cálido. O presidente Bolsonaro irá colocar a culpa do atraso na economia no Coronavírus? Já que antes a culpa era do Governo anterior… Estamos há 1 ano e 2 meses e o Brasil segue em mares de incertezas. 

No Rio Grande do Norte, o Governo Fátima busca a aprovação do projeto da Reforma da Previdência, que está na Assembleia Legislativa do RN. É importante avaliar que, de acordo com o decreto da Casa, publicado na última sexta-feira (13), só terão acesso à sede e anexos da Assembleia Legislativa os deputados, servidores, terceirizados e demais prestadores de serviços, além dos profissionais da imprensa, de entidades e órgãos públicos e quem, por justificativa, necessitar do ingresso para tratar de questões urgentes, salvo situações excepcionais autorizadas pela Diretoria-Geral da Casa. Logo, até o fim deste mês de Março tem que acontecer a votação da aprovação da Reforma da Previdência. Com isso, a governadora Fátima deve conseguir fazer com que a proposta seja aprovada sem ter grandes manifestações na Casa. Vendo por este lado, é de certa forma positivo para a governadora Fátima Bezerra. 

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